sábado, 21 de setembro de 2013

Aldeola


Aldeola

Os vidros da minha aldeia
por paredes caiadas
no vislumbre sereno
de uma casinha pura

Ruas serenas na lonjura
da cidade caída
por planícies verdejantes
no poço dos montes

Vestes limpas impecáveis
na solidão de um domingo
despejam no pátio da igreja
na reza de ingenuidades

Os garotos saltitam
por ruas soltas de inocência
no badalar dos sinos
por pecados ignorados.

Pedro Valdoy

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