quinta-feira, 19 de setembro de 2013

infinitesimamente transcendente


infinitesimamente  transcendente

pelas noites das estrelas
passeia o firmamento
por luzes na beleza dos sentidos
atravessando o brilho dos gnomos

são pontos belos encantados
no pólo de uma rosa
com suas pétalas abertas
sedentas de amor

no ruído das urzes
ultrapassadas pelo vento
que arrasta nuvens para o infinito
enamoradas apaixonadas

sem um fim à vista
a fada madrinha
com seus galanteios
passa por caminhos de cetim

são paixões que avassalam
meu coração solitário
encerrado na masmorra
de uma poesia talvez complexa...

pedro valdoy

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